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Papo de comunidade

Conheça Ronald Moreno, morador do Alemão que vem sendo destaque no Free Fire nacional

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Ronald Moreno — Foto Reprodução

Ronald Moreno é morador da Relicário, uma localidade do Complexo do Alemão, e aos 18 anos já flutua entre os principais jogadores de game FreeFire. Em 2 anos de carreira o jovem já conquistou 5 importantes campeonatos da modalidade. A prática de E-Games vem se tornado cada vez mais comum dentro do território das favelas. Por muitas das vezes a prática precisa apenas de um celular e conexão com a internet, e isso faz com que muitos jovens de comunidades tenham a oportunidade de chegar a novos horizontes.

O início na carreira de gamer aconteceu após uma lesão que Moreno teve durantes os tempos de base no futebol de campo, durante este período acabou se interessando pelo Free Fire. “Eu sempre gostei de jogar e era bom, naquela fase acabei decidindo por levar pra frente e continuar jogando sério”. Com esta decisão, a família acabou se preocupando com Ronald, mas pouco a pouco viram que foi uma boa decisão. “Meu avô, e minha família na hora ficaram com um pouco de medo né, de ficar o dia todo só no celular, mas depois foram vendo que não era só aquilo”.

O primeiro nome ficou de lado, no mundo dos e-games ele é conhecido apenas como Moreno, e em pouquíssimo tempo o jovem morador já está entre os principais nomes do Free Fire nacional. Atualmente ele faz parte da paiN Gaming, uma das grandes equipes mais tradicionais de esportes eletrônicos da América Latina, o time emulador que representa é o Faz o P, onde recentemente conquistou em São Paulo o primeiro torneio presencial deste ano de 2021.

Mesmo com a pouca idade Ronald Moreno é referência para muitos outros moradores do Complexo do Alemão e adjacências.  O gamer que possui quase 320 mil seguidores nas redes sociais, tem o reconhecimento por sua trajetória tanto na internet quanto nas ruas da comunidade. “Os menores me param na rua, pedem foto, dicas. É muito bom ver isso tudo, fico feliz, tem muita gente boa aqui (de Free Fire), mas precisam de oportunidade”.

Com o sucesso na carreira vieram a independência financeira e as conquistas pessoais, como sua moto e novos aparelhos eletrônicos para melhorar seu rendimento nos jogos. “Nunca desista dos teus sonhos! Se você quer, corre atrás, não desanimem com as dificuldades, sempre acreditem.

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Papo de comunidade

Weltinho faz jus ao nome e leva o “Do Peri Pro Mundo”

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Famoso nas redes socias o empresário Welton Ferreira, 24 anos, tem “tirado onda” por onde passa. Dono da  produtora Do Peri pro Mundo, com apoio da BRFunk teve exclusividade em dirigir o clipe de seus artistas na favela da Rocinha, a maior da américa latina, na zona sul  e nas comunidades Matriz e Matinha, na zona norte do Rio. O empresário aproveitou o cenário das comunidades cariocas para retratar a música dos cantores Yuri, Bruno Prince, Lezin e Mc  Galera.

A página Do Peri pro  Mundo no Facebook chega a ter mais de 420 mil seguidores e o canal no Youtube passa dos 90 mil.

 

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Papo de comunidade

Defensor dos direitos humanos, Gabriel Monteiro enfrente oficial da PM e acaba com a farra na zona sul do Rio; vídeo

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A equipe do vereador Gabriel Monteiro estourou, na noite desta sexta-feira (11), um bingo clandestino em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Ao todo, 36 pessoas foram detidas — a maioria era de idosos.

O estabelecimento funcionava na Rua Ministro Viveiros de Castro e possuía várias máquinas de videobingo.

A PM precisou chamar dois ônibus da corporação para levar os detidos até a delegacia.

Assista ao vídeo

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Hungria quer proibir que se fale sobre homossexualidade nas escolas

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Uma proposta legislativa do governo do ultranacionalista Viktor Orbán que será debatida na próxima semana visa proibir que se fale sobre homossexualidade nas escolas da Hungria, uma medida semelhante à adotada pela Rússia em 2013, segundo a comunidade LGBTQIA+.

“O Fidesz (partido de Orbán), ao proibir temas LGBTQIA+ nas escolas e programas de conscientização social, limitaria severamente a liberdade de expressão e os direitos das crianças com uma legislação semelhante à lei de propaganda russa”, afirmam várias ONGs do país em um comunicado.

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