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MC Marcelly é salva de cárcere privado pela polícia

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Foto: Divulgação / fotos divulgação/af assessoria

Mc Marcelly ensaio —  Reprodução

Policias militares do 3BPM (Méier) foram acionados na tarde deste domingo(02) após Cristina Gomes da Cunha, cunhada de Marcely Almoaya da Silva (Mc Marcelly), ligar para o 190 e informar que a cantora estava sendo agredida e mantida em cárcere privado no seu apartamento, na Avenida Dom Helder Câmara, pelo companheiro Francimar Jorge Cavalcante (Marido e Empresário da cantora), que possuí passagens criminais de desacato e desobediência.

Diante dos fatos, os policias  acionaram a supervisão de oficial e graduado juntamente com o setor “alfa”, apoio esse que procederam ao local, sendo necessário usar a força para arrombar a porta do apartamento. Na ação, o casal foi encontrado no quarto e quando a vítima foi perguntada sobre as agressões começou a chorar e tremer, segundo a polícia.

Policias militares - Foto reprodução

Policias militares – Foto reprodução

Em nota a secretaria de estado de polícia civil do Rio de Janeiro, informou que o autor foi preso em flagrante por cárcere privado.

Os agentes foram procurados pelo irmão da vítima, que relatou que a cantora ligou e informou que estava sendo mantida trancada no apartamento pelo ex-companheiro, mas que, depois disso, não conseguiu mais contato com ela.

Os policiais foram até a residência e, depois de 50 minutos sem que alguém respondesse, arrombaram a porta e encontraram a vítima e o autor.

Eles foram levados para a delegacia, onde a cantora relatou que sofreu agressões do ex-companheiro em meados de abril e rompeu o relacionamento.

Segundo o depoimento, no dia 27 de abril, ele a convenceu a voltar para casa e a levou em uma viagem contra sua vontade e sem acesso ao próprio aparelho de telefone celular.

Ao retornar, no dia 1º de maio, foi mantida em cárcere privado, mas conseguiu, no dia seguinte, retomar o celular, quando ligou para o irmão avisando o que estava acontecendo.

Antes de ser levado para à delegacia, o suspeito excluiu todas as fotos do Instagram da cantora que conta com mais de 1 milhão de seguidores.

As informações foram confirmadas e divulgadas em primeira mão pelo jornalista Bruno Assunção do o Canal.

Instagram Mc Marcelly - Foto Reprodução

Instagram Mc Marcelly – Foto Reprodução

Frank é acusado de Machismo

Mc Marcelly e Frank - Foto Reprodução

Mc Marcelly e Frank – Foto Reprodução Power Couple Brasil

Detonado nas redes sociais por seu comportamento agressivo contra a esposa dentro do “Power Couple Brasil”, da Record. Isso porque o rapaz xingou a cantora de “gorda” e “burra” e teve de ser acalmado pelos demais participantes do reality show.

Em um dos momentos com a cantora, Cavalcante disse que ela está gorda e a mandou praticar exercícios físicos pela casa para emagrecer.

Já em outro episódio, Frank não se conformou com a atitude de Marcelly em apostar R$ 35 mil na prova dos homens do reality e perder tudo. Intolerante, Cavalcante jogou toda a culpa em cima de Marcelly e a chamou de burra.
As atitudes do marido não agradaram o público, que criou a hashtag “ForaFrank” pedindo a saída do rapaz da competição. O assunto, aliás, entrou nos Trending Topics do Twitter.

“Frank machista”, disse uma usuária do microblog. “Quem ama cuida, não humilha, não rebaixa”, completou outro seguidor.

MC Marcelly fala sobre violência doméstica em primeiro álbum

Em 2013, ela ficou nacionalmente conhecida por pedir respeito ao moço em “Bigode grosso”. Dois anos depois e totalmente repaginada, MC Marcelly pede agora o fim da violência contra as mulheres. No recém-lançado clipe “Não se briga com mulher”, a cantora representa uma vítima da violência doméstica.

— Não sou atriz, mas me entreguei de corpo e alma. Contei com a ajuda de uma preparadora de elenco e consegui colocar tudo para fora. O clipe conta a história de três mulheres diferentes que sofrem violências diferentes em casa e no trabalho, e eu vivo uma delas, que têm suas histórias contadas em flashs ao longo do vídeo. Pessoalmente, nunca vivi uma experiência assim. Mas aconteceu perto de mim, uma amiga, a Amanda Bueno, que participou do meu clipe e era uma menina muito alto astral — lembra ela, mencionando a dançarina da Jaula das Gostosudas, morta em abril desse ano pelo namorado Milton Severiano, que alegou motivos passionais.

A morena de 23 anos conta que o assassinato da amiga serviu como um alerta para ela, que decidiu, em cima da hora, inserir a música no novo trabalho.

— Comecei a pensar nesse projeto em janeiro e, em abril, quando ela morreu, o CD já estava praticamente pronto, só faltavam uns ajustes. No dia em que fiquei sabendo da morte, eu estava indo para o estúdio gravar, mas não consegui. Voltei para casa e não fiz mais nada. Logo no dia seguinte, os compositores Dalto Max, Oscar Titel e Bruno de Holanda me mandaram a letra. Assim que ouvi, pensei: “Essa música tem que entrar no CD”. Quantas Amandas existem por aí? — questiona ela.

Ao divulgar a letra da canção em suas redes sociais (antes do Enem abordar o tema na redação), Marcelly conta que, de imediato, recebeu depoimentos de fãs que foram vítimas de diferentes tipos de agressão:

— Quando lancei a música, várias mulheres comentaram que passaram por situações parecidas ou que conheciam amigas e parentes próximas que estavam passando por aquilo. Infelizmente, essa é uma realidade no Brasil. É algo muito vivido, mas pouco falado. Muitas mulheres se culpam, mas nós vivemos em um país machista.

A valorização da autoestima feminina está presente em outras faixas do álbum “Dona da noite”, lançado no começo de outubro, e é algo vivido em seu dia a dia como mulher.

— Sempre gosto de manter a cabeça erguida, independente dos desafios! — enfatiza.

Confira a seguir o clipe, que tem direção de Isabelle Lopes, que também assina os dois últimos clipes da Lexa (“Disponível” e “Pior que sinto falta”)

 

 

 

 

 

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‘Minha vida não tem paz o que eu fiz pra merecer tudo isso’, diz Mc Poze do Rodo

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MC Poze do Rodo — Foto: Reprodução

Mc Poze do Rodo se auto questionou no Twitter após Policia Civil do Rio pedir prisão por realização de bailes funk na pandemia.

Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, conhecido popularmente como Mc Poze do Rodo, usou seu Twitter na última terça-feira (2), para se alto questionar após decisão das delegacias de Repressão aos Crimes de Informática e de Combate às Drogas da Polícia Civil pedir a prisão dele, Negão da BL e mais envolvidos em bailes funk na pandemia.

‘Minha vida não tem paz oque eu fiz pra merecer tudo isso !!! Tbem sou pai de família tenho família que depende de mim porque isso comigo porque vim da favela , deixa eu viver e ser feliz com minha família por favor’, escreveu o cantor.

O que diz a Polícia Civil do Rio sobre MC Poze do Rodo e mais:

Eles são acusados de crimes de infração de medida sanitária preventiva, epidemia e associação ao tráfico de drogas.

A investigação apontou que as festas são realizadas a céu aberto nas comunidades, sob o controle, autorização e responsabilidade dos grupos criminosos que comandam essas área. A polícia informou que os envolvidos “aumentam seus ganhos ilegais com a realização de tais eventos clandestinos”.

Ainda de acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), foi solicitada a prisão cautelar de 14 envolvidos nos eventos que aconteceram nas comunidades do Jacaré, no Jacarezinho; Pedreira, em Costa Barros; Acari, no bairro Acari; e Castelar, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Os indiciados descumpriram os decretos que proíbem a realização de eventos com a presença de público para evitar aglomerações.

Como a Policia chegou até os cantores:

A polícia chegou até os responsáveis pelos eventos por meio de uma força-tarefa organizada pelo Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), que contou com agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).

De acordo com as investigações, os eventos “Carnaval do Jaca”, “Pedra Folia”, “Acari Folia” e “Baile do Castelar Especial de Carnaval” aconteceram porque tiveram o suporte de grupos criminosos que controlam as comunidades.

Os bailes começaram por volta das 22h e foram até às 7h do dia seguinte e, devido a aglomeração causada, a polícia entende que esses eventos deixaram os moradores locais expostos ao risco de contaminação da doença que segue fazendo inúmeras vítimas.

Veja a lista de indicados pela polícia:

Evento: Carnaval do Jaca – Comunidade do Jacarezinho

  • Marcos Almeida da Costa – DJ Markinho do Jaca
  • Leonardo Helcias Andrade Cardoso – “Leo”
  • Denílson Rodrigues Ferreira – DJ Denilson do Chapadão
  • Adriano de Souza Freitas – vulgo “Chico Bento”, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade

Evento: Pedra Folia – Comunidade da Pedreira

  • Luiz Cedro da Silva Junior – “Junior”
  • André dos Santos Saraiva – DJ Andrezinho da Divisa
  • Rodrigo Santos Silva – DJ RD San
  • Rene de Freitas Lopes Araujo – vulgo “Coelho da Pedreira”, líder da quadrilha de  narcotraficantes da localidade

Evento: Acari Folia – Comunidade de Acari

  • Mateus Bento de Souza – “Negão da BL”
  • Gerson Rezende Sampaio e Silva
  • Alexsander Mesmer Fernandes – vulgo “Formigão”, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade

Evento: Baile do Castelar Especial de Carnaval – Comunidade do Castelar

  • Marlon Brendon Coelho Couto da Silva – MC Poze do Rodo
  • Rangel da Silva Castro
  • José Carlos dos  Prazeres Silva – vulgo “Cem” ou “Piranha”, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade
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