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Papo de comunidade

“Vamos parar tudo”, dispara sócio do DJ Gabriel do Borel após polícia decretar prisão de artistas no Rio

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Equipe do DJ Gabriel do Borel se posicionou após sucessivas prisões no Rio de Janeiro (Foto: Reprodução)

Os artistas do Rio de Janeiro viveram um clima de tensão nas últimas semanas. Isso porque, logo após a prisão do cantor Belo, a Polícia Civil decretou prisão de Negão da BL e mais 13 por conta de baile funk na pandemia. Na tarde desta terça-feira (02), O Canal teve acesso exclusivo a um áudio do sócio do DJ Gabriel do Borel, que mostrou preocupação com a operação.

De antemão, a organização das ordens de prisão partiram das Delegacias de Repressão aos Crimes de Informática e de Combate às Drogas da Polícia Civil. O órgão identificou e pediu a prisão de 14 responsáveis por organizar bailes funks durante o carnaval no Rio de Janeiro. Entre eles estão MC Poze, DJ Markinho do Jaca e MC Negão da BL, Poze do Rodo e outros.

Apuração do Portal IG, identificou que, segundo a polícia, eles são acusados de crimes de infração de medida sanitária preventiva, epidemia bem como associação ao tráfico de drogas.

Posteriormente, a investigação apontou que as festas acontecem a céu aberto nas comunidades, sob controle, autorização e responsabilidade de grupos criminosos que comandam as áreas. Segundo o órgão público, os envolvidos “aumentam seus ganhos ilegais com a realização de tais eventos clandestinos”.

Da mesma forma, de acordo com a polícia, os acusados descumpriram decretos municipais e estaduais que determinam a suspensão de atividades que envolvam aglomeração de pessoas, além de desrespeitar a Lei do Silêncio e tocar músicas que fazem apologia ao crime.

Após denuncia, equipe do DJ Gabriel do Borel se posiciona:

Depois da série de denuncias e mandados de prisão em busca de diversos DJs e MCs, O Canal recebeu um áudio do sócio do DJ Gabriel do Borel, Eduardo Ferreira, que acabou se posicionando sobre o assunto.

Segundo o integrante da equipe de Borel, há uma apreensão por parte dos artistas cariocas. Em áudio, Eduardo desabafou: “Fiquei muito preocupado, mesmo! Estou correndo com alguns negócios e vamos parar tudo”.

Por fim, o empresário ainda afirmou que pretende parar com os show: “Até os shows do Borel que iríamos fazer, vamos parar tudo!”, contou Eduardo, que também é ex-empresário do cantor Biel.

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Papo de comunidade

Weltinho faz jus ao nome e leva o “Do Peri Pro Mundo”

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Famoso nas redes socias o empresário Welton Ferreira, 24 anos, tem “tirado onda” por onde passa. Dono da  produtora Do Peri pro Mundo, com apoio da BRFunk teve exclusividade em dirigir o clipe de seus artistas na favela da Rocinha, a maior da américa latina, na zona sul  e nas comunidades Matriz e Matinha, na zona norte do Rio. O empresário aproveitou o cenário das comunidades cariocas para retratar a música dos cantores Yuri, Bruno Prince, Lezin e Mc  Galera.

A página Do Peri pro  Mundo no Facebook chega a ter mais de 420 mil seguidores e o canal no Youtube passa dos 90 mil.

 

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Papo de comunidade

Defensor dos direitos humanos, Gabriel Monteiro enfrente oficial da PM e acaba com a farra na zona sul do Rio; vídeo

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A equipe do vereador Gabriel Monteiro estourou, na noite desta sexta-feira (11), um bingo clandestino em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Ao todo, 36 pessoas foram detidas — a maioria era de idosos.

O estabelecimento funcionava na Rua Ministro Viveiros de Castro e possuía várias máquinas de videobingo.

A PM precisou chamar dois ônibus da corporação para levar os detidos até a delegacia.

Assista ao vídeo

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Hungria quer proibir que se fale sobre homossexualidade nas escolas

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Uma proposta legislativa do governo do ultranacionalista Viktor Orbán que será debatida na próxima semana visa proibir que se fale sobre homossexualidade nas escolas da Hungria, uma medida semelhante à adotada pela Rússia em 2013, segundo a comunidade LGBTQIA+.

“O Fidesz (partido de Orbán), ao proibir temas LGBTQIA+ nas escolas e programas de conscientização social, limitaria severamente a liberdade de expressão e os direitos das crianças com uma legislação semelhante à lei de propaganda russa”, afirmam várias ONGs do país em um comunicado.

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